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"A Chave para Rebecca" de Ken Follett

Sinopse: "Militares britânicos e nazis disputam o código mais bem guardado de sempre. Norte de África, Verão de 1942. Rommel parece imbatível: as suas armas secretas são Alex Wolff, espião exímio , e um código fatal enterrado nas páginas do romance de Daphne de Maurier, Rebecca. Wolf cruza o Sara escaldante e entra no Cairo para roubar os planos militares britânicos. O major Vandam, no seu encalço, encarrega a encantadora Elene de o seduzir. À medida que as tropas de Rommel se aproximam da vitória, a perseguição desenrola-se no deserto até chegar a um confronto impressionante e explosivo."
A Minha Opinião:
Deste autor apenas tinha lido "Os Pilares da Terra", para mim um dos melhores romances de sempre, vasto mas sem nunca maçar o leitor. Como fiquei rendida ao autor nessa leitura, há bastante tempo que desejava ler mais qualquer coisa e a escolha acabou mesmo por cair neste "A Chave para Rebecca", que nada tem a ver com o "Os Pilares da Terra".
Aqui temos um verdadeiro policial, cheio de espionagem.
O livro começa com Alex Wolf a atravessar o deserto e a usar todos os recursos que tem para conseguir os seus intentos de ficar com os planos do inimigo. Vandam por seu lado defende com todas as suas forças a sua missão e nas suas inumeras tentativas de prender o espião descobre que ainda poderá ser feliz... mas para isso terá de lutar com todas as suas, já escassas, forças para defender a mulher que ama e a sua familia.

"O Instrumento das Trevas", de Licoln Child & Douglas Preston

"Aloysius Pendergast arrasta a sua jovem protegida Constance Greene para uma viagem, na esperança de a fazer esquecer as horríveis experiências que viveu. Num remoto mosteiro do Tibete procuram reencontrar a paz de espírito e Pendergast aproveita o tempo para se dedicar ao treino das artes marciais e a diversos exercícios de meditação. Em troca, o monge que os acolheu acaba por lhes confiar o encargo de recuperar uma preciosa relíquia, que o mosteiro tem à sua guarda desde tempos imemoriais, desaparecida misteriosamente. Pendergast aceita a missão, preocupado com a possibilidade de que este objecto raro e perigoso caia nas mãos erradas e leve à destruição da humanidade. Uma pista acaba por conduzi-los à viagem inaugural de um luxuoso paquete, o Britannia, e a uma travessia do Atlântico marcada pelo terror.O Instrumento das Trevas retoma, com incomparável mestria, o tema clássico do confronto do bem e do mal, do Oriente e do Ocidente, do acaso e do destino."

A Minha Opinião:
Mais uma espectacular aventura de Aloyius Pendergast!
Adorei! Foi um belo cruzeiro :)))
Agora que a Constance saiu da sua "toca" tudo se tornou ainda melhor.
Confesso que depois do desfecho do ultimo livro,quando iniciei este fiquei um pouco apreensiva, pois no inicio mostra-nos que as decisões de Constance após o confronto com Diógenes e tudo o resto (que não posso contar) iriam dar um pouco de melancolia a estas aventuras, mas ainda bem que não foi assim ;)
Espero agora novos desenvolvimentos da história e só espero que regresse o Tenente D'Acosta... e claro a Viola do nosso amigo Pendergast!
Nestes livros é de salientar a maravilhosa pesquisa feita pelos autores sobre as civilizaçõs de que cada livro trata que neste caso foi no Tibete.

(Bem haja Amiga Semidio por mais esta preciosidade)

"O Livro dos Mortos", de Douglas Prestom & Licoln Child

"O Livro dos Mortos conclui a emocionante trilogia que teve o seu início em Enxofre, e prosseguiu com a publicação de A Dança da Morte.
O combate entre Aloysius Pendergast e o seu próprio irmão, Diógenes, atinge aqui o seu paroxismo.
O Livro dos Mortos é talvez um dos mais emotivos romances de acção alguma vez publicados: um inocente que expia, numa prisão de alta segurança, o crime que não cometeu; o seu irmão, brilhante, psicótico, que se prepara para cometer um crime absolutamente horrível; uma jovem com um passado pouco comum, à beira de um esgotamento nervoso; e um antigo túmulo egípcio, com a sua enigmática maldição, que está prestes a ser exibido durante uma gala reservada à elite nova-iorquina…"

A Minha Opinião:
Adorei!
Esta é uma triologia de nos tirar o folego, só tenho pena de não ter lido os 3 seguidinhos, pois acabamos sempre por nos esquecer de alguns detalhes que são por vezes muito importantes.
Neste ultimo livros da Triologia de Diógenes somos transportados para as lendas Egipcias e claro as suas inerentes Maldições dos Faraós. Diógenes continua a fazer das suas mas desta vez começa a deixar pontas soltas...
Achei espectacular o "acordar" de Constance na história e a sua contribuição para que o final ficasse em aberto!
Terei de ler mais destes dois autores ;)

(Bem Haja Querida Semidio!)
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